ÀS RUAS
NOVAMENTE!
Sem participação coletiva não
há luta.
Sem mobilização,
continuaremos apenas abrilhantando,
com nosso suposto status de
grande professor,
os palanques dos maus governantes.
- Ribamar Pereira
Companheiro(a),
EU ACREDITO
QUE
NÃO CHEGAMOS ONDE ESTAMOS POR ACASO – temos responsabilidades tanto nos erros
quanto nos acertos dessa longa empreitada. Temos um legado; e sinto que, cada
dia, a cada luta, cada embate, nos forjamos e nos refinamos mais e mais para
sairmos da condição de coadjuvantes para a de protagonistas de nossa própria
história.
EU ACREDITO
QUE,
SEM NENHUM DEMÉRITO de qualquer outra categoria, ninguém reúne melhores
condições, tem mais qualificação e maior obrigação moral de implementar um
projeto sério, ousado e, sobretudo, exequível de desenvolvimento para o Estado
do Amapá do que os professores da rede pública.
EU ACREDITO
QUE
NÃO VIVEMOS UMA TRAGÉDIA GREGA, mas é público e notório que, em termos de gestão pública como um todo, a
situação do Estado do Amapá, considerando as demandas da atualidade, está bem
distante do patamar que se possa chamar, pelo menos, de confortável ou mediana.
EU ACREDITO
QUE
TODOS SABEMOS que a Educação, por exemplo, não tem um Plano Estadual. Ora, se
para ministrar 50 minutos de aula o professor precisa de um planejamento
[escrito], como administrar o Estado inteiro por quatro anos sem um Plano de Metas
que mostre com clareza o que se pretende realizar, pelo menos nesse período, naquela
de quem se diz ser a número um entre as prioridades?!
ENTRE
TANTAS, urgem as necessidades que se discuta e se apresente propostas concretas
e de duradouro efeito para a elaboração do Plano Estadual de Educação e, dentro
deste, o Sistema Estadual de Educação, a Gestão Escolar Democrática, a
Descentralização da Educação Básica, a instituição de Gerências da SEED nos
extremos do Estado, a revisão e atualização do Plano de Carreira e pagamento (sem
as dissimulações atuais) do piso salarial de todos os Profissionais da Educação
– não apenas dos professores e pedagogos –, interiorização das Universidades
Públicas, instalação de laboratórios de ciências nas escolas e, com urgência
urgentíssima, um plano para a saúde dos servidores públicos em geral –
atualmente, perto da situação de calamidade.
SE
VOCÊ ME PERGUNTAR SE EU TENHO A SOLUÇÃO PRA TUDO ISSO e eu disser que sim, pode
me mandar pro hospício – surto total. Mas, como sempre fiz em todos os desafios
que encarei, tenho preparo, propostas sólidas, claras e exequíveis; tenho
determinação, ousadia e coragem pra defender o que ACREDITO – quem acompanha
minha atuação sindical sabe disso – e, o que considero o mais importante, estou
sempre disposto a sentar à mesa para discutir, contribuir e aprender. Ficar na
arquibancada apenas lamentando ou criticando não é meu perfil.
ÀS RUAS NOVAMENTE!
EU ACREDITO
QUE
SE TIVEMOS DISPOSIÇÃO e coragem para sair às ruas e dizermos o que não
queríamos, é nosso dever moral, agora, sairmos, com mais determinação e maior
entusiasmo ainda, para dizermos o que queremos.
SOU CANDIDATO A
DEPUTADO ESTADUAL SIM; E QUERO SER ELEITO, MAS...
MAIS
DO QUE PARA QUE VOTE EM MIM, peço-lhe que participe, com efetividade e
afetividade, desse momento tão determinante para todos, em especial a juventude
de nosso Estado.
EMBORA
VIVENDO EM UMA SOCIEDADE COM TENDÊNCIAS CADA VEZ MAIS HEDONISTAS e forte apelo
ao individualismo egolátrico, EU
ACREDITO.
MESMO
DIANTE DE UMA JUVENTUDE POLITICAMENTE INCRÉDULA, que clama por referências e
ameaça adotar a anarquia e/ou a barbárie com alternativa à inércia, à incompetência, à negligência e à sede
infrene de locupletação de grande parte de nossas lideranças governamentais, EU ACREDITO
SEI
QUE MORO E TRABALHO EM UM ESTADO que não possui um Plano para a Educação, que,
há um quarto de século, está atrasado em relação a descentralização do ensino
básico e se recusa a discutir o assunto em audiência pública, um Estado onde
governo e prefeituras subtraem conquistas salariais para mascarar o cumprimento
da lei federal do piso salarial e onde menos da metade dos servidores públicos
exercem suas funções adequadamente, quer por vícios quanto à carga horária - com a ciência e a conivência dos gestores – quer
por falta de habilitação, capacitação e condições de trabalho adequadas ou por
sérios problemas de saúde, o que é mais grave ainda.
A
MUDANÇA COMEÇA, primeiro com a admissão sem retoques da situação e, depois, com
a firme convicção de que podemos [e devemos] mudar. EU ACREDITO.
VOCÊ
que, embora reconhecendo a dureza da realidade, ACREDITA em si e em nossa
sociedade como instrumentos para reverter tal situação, JUNTE-SE aos milhares
que, em todo o Estado do Amapá já fazem parte dessa corrente em prol do redimensionamento
de nossas prioridades, realinhamento de nossas estratégias e em substituição da
ideia da força pela força da ideia!
Obrigado!
Saudações Sindicais!
Claudio Chaves – 65100
VOTE EM IDEIAS!
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